Petrobras announces that on Tuesday (13/03) around 14:30, the drilling rig SS-39 (Alaskan Star), a semi-submersible drilling rig owned by Queiroz Galvao Oleo e Gas S.A caught fire 193 km off the coast of Macae in the Campos Basin. The fire was extinguished immediately and there were no casualties among the 102 board or reports of any significant environmental impact.
According to a report by Brazilian Energy regulator, ANP, the rig listed as much as 3 degrees during the incident and that a small quantity of drilling fluid, aka drilling mud, was leaked.
Safety devices triggered an automatic shut down of the well and the platform is stable. An investigation into the incident is underway.
The Alaskan Star is Panamanian flagged and was built by Mitsubishi in 1976.
quarta-feira, 14 de março de 2012
PAlestra do Victor Alves (TECNOPEG) no Rio. Imperdivel!!!
Uma Visão sobre o Mercado de Trabalho na Indústria do Petróleo - 14/03 - 19 horas - III Feira de Petróleo - Norte Shopping.
Prezados Amigos Tecnopeguianos,
Alguns já devem ter visto em nossa página no Facebook (www.facebook.com/tecnopeg), porém também vou divulgar aqui. Eu (Victor Alves) estarei ministrando nesta quarta-feira, de 19 as 20 horas, uma palestra na III Feira de Petróleo e Gás na Estácio de Sá, no Campus Norte Shopping.
O tema é: Uma Visão sobre o Mercado de Trabalho na Indústria de Petróleo e Gás
- Investimentos na Indústria de Petróleo e Gás
- Números de Demanda de Mão-de-Obra (Quais)
- Como é a dividida a mão-de-obra na indústria (Onshore x Offshore)
- Funções numa Plataforma (Perfuração x Produção)
- Dicas importantes de como entrar na indústria
- Onde encaixam-se os Técnicos, Tecnólogos e Engenheiros de Petróleo na indústria.
- Sobre o Comitê JOVEM do IBP.
Estão todos convidados, a Palestra será GRATUITA, bastando apenas fazer a inscrição. Para aqueles que desejaram adiantar a inscrição é só mandar um e-mail dizendo a Palestra e hora, para: cadastro@engetech3d.com
Mais informações:
sábado, 10 de março de 2012
Vagas no Exterior dia 10/03/2012 - So! Good Luck!!!
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sexta-feira, 9 de março de 2012
Colombia - A nova estrela do petróleo na América Latina!
Senhores,
Leiam o artigo publicado pela indústria naval e offshore. Neste, eu destaque, em negrito, um paragrafo que seria de suma importância se estivéssemos em um país livre! Por aqui, a estatal de petróleo brasileira não da uma trégua aos nanicos produtores independentes, alias, ela somente facilita as grandes multinacionais que os “esquerdistas de boutique” e oportunistas de plantão” sempre combateram com a alegação que seriam os usurpadores da riqueza nacional. Quanta mudança de pensamento! Agora, o vilão pra eles somos nós, os produtores independentes de petróleo e gas brasileiros em sua totalidade que, juntos, produzem menos de 2.000 barris por dia e, principalmente, proporcionam o tão desejado 1º emprego a estudantes de petróleo, além de, desenvolver os interiores do nordeste (onde se localizam os campos) imensamente carente deste tipo de oportunidade..
O Brasil está fortemente associado à alta da produção de petróleo na América Latina, mas a região tem outra estrela em ascensão influindo nos preços e nas tendências do setor: a Colômbia
Nos últimos cinco anos, a Colômbia elevou sua produção de petróleo quase tanto quanto o Brasil, contribuindo para um aumento da oferta por países não pertencentes à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
A produção de petróleo na Colômbia subiu quase 450 mil barris por dia entre janeiro de 2007 e dezembro de 2011, contra 500 mil b/d no Brasil no mesmo período, de acordo com estimativas do Departamento de Energia dos EUA.
O aumento da produção colombiana é importante para o mercado petrolífero mundial, pois a maioria dos outros países não pertencentes à Opep enfrentam dificuldades para ampliar a oferta, dizem executivos do setor. A Colômbia é o quarto maior produtor de petróleo na América Latina, atrás do México, Venezuela e Brasil.
O aumento da produção aconteceu após a privatização parcial da Ecopetrol, estatal petrolífera colombiana, em 2007. As reformas provocaram uma renovação do interesse no setor petrolífero colombiano, com níveis recordes de perfuração exploratória em 2010.
O incremento da prospecção foi recompensado, tendo ocorrido um aumento na produção, no início deste ano, para 1 milhão de b/d, a maior em décadas, bem antes da meta da Ecopetrol, que era alcançar essa marca até 2015.
Mas será difícil aumentar ainda mais a produção. Após cinco anos de forte crescimento na produção e na exportação de petróleo, a Colômbia parece estar se aproximando de um limite natural, pelo menos por enquanto. Assim, os produtores não pertencentes à Opep perderiam um dos principais contribuintes para o crescimento da oferta anual.
A Agência Internacional de Energia (AIE), órgão que reúne os principais países importadores de petróleo, ainda acredita em um grande aumento na oferta de petróleo dos países não pertencentes à Opep neste ano, após uma estagnação do crescimento no ano passado. Com a queda da produção mexicana, e tendo em vista que as produções argentina e colombiana já não exibem um crescimento forte, toda a atenção e pressão na região da América Latina voltará a focar o Brasil.
A Petrobras, grupo semi-estatal brasileiro, planeja aumentar a produção petrolífera do país de 2,1 milhões de b/d em 2011 para 3,1 milhões de b/d em 2015, e substanciais 4,9 milhões de b/d até 2020. O plano de expansão custará US$ 120 bilhões - provavelmente mais -, e envolverá reservas no pré-sal, em águas profundas, que deverão responder por 40% da produção do país até o fim da década, dos menos de 2% agora.
Mas o Brasil tem enfrentado dificuldades para implementar seu plano de negócios para 2011-15 e, nos últimos três anos, conseguiu ampliar a oferta em só 150 mil b/d, menos do que a Colômbia.
A perspectiva de crescimento da oferta dos países não pertencentes à Opep é vital, neste ano, devido ao impacto da perda da produção iraniana devido às sanções europeias e americanas. Os negociantes de petróleo já preveem um crescimento inferior ao esperado na oferta dos países de fora da Opep, como resultado de interrupções periódicas na produção na Síria e no Iêmen. Além disso, na região do Mar do Norte, que produz petróleo tipo Brent, os volumes também estão caindo.
Fonte: Valor Econômico/Por Javier Blas | Financial Times
Nos últimos cinco anos, a Colômbia elevou sua produção de petróleo quase tanto quanto o Brasil, contribuindo para um aumento da oferta por países não pertencentes à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
A produção de petróleo na Colômbia subiu quase 450 mil barris por dia entre janeiro de 2007 e dezembro de 2011, contra 500 mil b/d no Brasil no mesmo período, de acordo com estimativas do Departamento de Energia dos EUA.
O aumento da produção colombiana é importante para o mercado petrolífero mundial, pois a maioria dos outros países não pertencentes à Opep enfrentam dificuldades para ampliar a oferta, dizem executivos do setor. A Colômbia é o quarto maior produtor de petróleo na América Latina, atrás do México, Venezuela e Brasil.
O aumento da produção aconteceu após a privatização parcial da Ecopetrol, estatal petrolífera colombiana, em 2007. As reformas provocaram uma renovação do interesse no setor petrolífero colombiano, com níveis recordes de perfuração exploratória em 2010.
O incremento da prospecção foi recompensado, tendo ocorrido um aumento na produção, no início deste ano, para 1 milhão de b/d, a maior em décadas, bem antes da meta da Ecopetrol, que era alcançar essa marca até 2015.
Mas será difícil aumentar ainda mais a produção. Após cinco anos de forte crescimento na produção e na exportação de petróleo, a Colômbia parece estar se aproximando de um limite natural, pelo menos por enquanto. Assim, os produtores não pertencentes à Opep perderiam um dos principais contribuintes para o crescimento da oferta anual.
A Agência Internacional de Energia (AIE), órgão que reúne os principais países importadores de petróleo, ainda acredita em um grande aumento na oferta de petróleo dos países não pertencentes à Opep neste ano, após uma estagnação do crescimento no ano passado. Com a queda da produção mexicana, e tendo em vista que as produções argentina e colombiana já não exibem um crescimento forte, toda a atenção e pressão na região da América Latina voltará a focar o Brasil.
A Petrobras, grupo semi-estatal brasileiro, planeja aumentar a produção petrolífera do país de 2,1 milhões de b/d em 2011 para 3,1 milhões de b/d em 2015, e substanciais 4,9 milhões de b/d até 2020. O plano de expansão custará US$ 120 bilhões - provavelmente mais -, e envolverá reservas no pré-sal, em águas profundas, que deverão responder por 40% da produção do país até o fim da década, dos menos de 2% agora.
Mas o Brasil tem enfrentado dificuldades para implementar seu plano de negócios para 2011-15 e, nos últimos três anos, conseguiu ampliar a oferta em só 150 mil b/d, menos do que a Colômbia.
A perspectiva de crescimento da oferta dos países não pertencentes à Opep é vital, neste ano, devido ao impacto da perda da produção iraniana devido às sanções europeias e americanas. Os negociantes de petróleo já preveem um crescimento inferior ao esperado na oferta dos países de fora da Opep, como resultado de interrupções periódicas na produção na Síria e no Iêmen. Além disso, na região do Mar do Norte, que produz petróleo tipo Brent, os volumes também estão caindo.
Fonte: Valor Econômico/Por Javier Blas | Financial Times
sábado, 3 de março de 2012
Vagas no Exterior dia 03/03/2012 - So! Good Luck!!!
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sábado, 18 de fevereiro de 2012
Vagas no Exterior dia 18/01/2012 - So! Good Luck!!!
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